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João Louro

João Louro nasceu em Lisboa em 1963, onde vive e trabalha. Estudou arquitetura na Faculdade de Arquitetura de Lisboa e Pintura na Escola Ar.Co. O seu trabalho engloba pintura, escultura, fotografia e vídeo.

Descendente da arte minimal e conceptual, tem uma atenção especial às vanguardas do início do séc XX. O seu trabalho traça uma topografia do tempo, com referências pessoais mas, sobretudo, geracionais. Utiliza como fonte recorrente a linguagem, a palavra escrita, e procura fazer uma revisão da imagem na cultura contemporânea, a partir de um conjunto de representações e símbolos do universo visual coletivo.  O minimalismo, o conceptualismo, a cultura pop, o estruturalismo e pós-estruturalismo, autores como Walter Benjamin, Guy Debord, Georges Bataille, Maurice Blanchot ou artistas como Donald Judd ou Barnett Newman, formam o seu léxico de referência.

Em 2005, participou na exposição Experiência da Arte, no Pavilhão Itália, na 51ª Bienal de Veneza com curadoria de Maria de Corral. Também em 2005, participou no projeto Insite 05 – Art Practises in Public Domain em San Diego (EUA) / Tijuana (México). Do vasto curriculo de exposições individuais em Portugal e no estrangeiro destacam-se Runway Car Crashed #2 no Museu de Serralves (1999), La Pensée et l’Erreur na Fundació Joan Miró em Barcelona (2000), Blind Runner no Centro Cultural de Belém, em Lisboa (2004/2005), My Dark Places no MACRO – Museu de Arte Contemporânea de Roma (2010), Smuggling no Museu de Arte Contemporânea de Elvas (2015) e Linguistic Ground Zero no MAAT em Lisboa (2018/2019).

Foi o representante de Portugal na Bienal de Veneza de 2015 com a exposição I Will Be Your Mirror | Poems and Problems.

Obras selecionadas

Exposições

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