
Luísa Cunha
Coisas Voluntariamente
Involuntárias
21 DE JUNHO - 31 AGOSTO 2019
Entrevista
Fotografias da Exposição
Obras
Registo Fotográfico
Luisa Cunha mostrou o seu trabalho na Bienal de Sidney, Austrália e nas mais prestigiadas fundações e Museus, como a Fundação EDP, Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação de Serralves e Culturgest. Em 2021 Luisa Cunha recebeu o Grande Prémio de Arte Fundação EDP e foi selecionada para representar Portugal na 34ª Bienal de São Paulo. O seu trabalho está representado nas melhores colecções de arte contemporânea.
Patrícia Garrido graduated in painting at the Escola Superior de Belas-Artes in Lisbon (ESBAL). She has participated in numerous group exhibitions which include: Mais Tempo, Menos História, Serralves Foundation, Porto (1996); O Império Contra-Ataca, Galeria ZDB, Lisbon (1998); Squatters, Galeria do CRUARB, Porto (2001). Solo exhibitions include: T1, Serralves Foundation, Porto (1998); Móveis ao Cubo, Desenhos ao Acaso, TREM Galeria Municipal de Arte, Faro (2009); Peças Mais ou Menos Recentes, EDP Foundation, Museu Nacional Soares dos Reis and Galeria Fernando Santos, Porto (2013).
Biografia da Artista
Luisa Cunha nasceu em 1949 em Lisboa. Na base do seu trabalho está uma noção muito clara e emocional da relatividade da própria vida e, consequentemente, das convenções, da diferença significativa entre interior e exterior, do privado e público, e da natureza fragmentária do "não-lugar", do poder, das dimensões do tempo e do lugar, e do discurso. Esta convicção teve origem numa prática que a artista desenvolveu desde muito cedo, tendo sido treinada para observar sem qualquer objectivo em mente, apenas deixando as coisas entrar, num estado de completa receptividade, sem impor fronteiras, e sem julgamentos (tanto quanto possível). Primeiro, encontrando as coisas e depois procurando-as.
Luisa Cunha nasceu em 1949, em Lisboa. Na base do seu trabalho está uma noção muito clara e emotiva da relatividade da própria vida e, consequentemente, das convenções, da diferença significativa entre interior e exterior, do privado e do público, e do carácter fragmentário do “não-lugar”, do poder, das dimensões do tempo e do lugar, e do discurso. Esta convicção teve a sua origem numa prática que a artista desenvolveu desde muito cedo, tendo treinado a observação sem qualquer objetivo em mente, apenas deixando as coisas entrar, num estado de completa recetividade, não impondo fronteiras, nem julgamentos (tanto quanto possível). Primeiro encontrar coisas e depois procurá-las.
Luisa Cunha nasceu em 1949 em Lisboa. Na base do seu trabalho está uma noção muito clara e emocional da relatividade da própria vida e, consequentemente, das convenções, da diferença significativa entre interior e exterior, do privado e público, e da natureza fragmentária do "não-lugar", do poder, das dimensões do tempo e do lugar, e do discurso. Esta convicção teve origem numa prática que a artista desenvolveu desde muito cedo, tendo sido treinada para observar sem qualquer objectivo em mente, apenas deixando as coisas entrar, num estado de completa receptividade, sem impor fronteiras, e sem julgamentos (tanto quanto possível). Primeiro, encontrar as coisas e depois procurá-las.
Luisa Cunha já expôs o seu trabalho na Bienal de Sydney, Austrália e nas mais prestigiadas fundações e museus, como a Fundação EDP, Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação de Serralves e Culturgest. Em 2021 Luisa Cunha recebeu o Grande Prémio Arte Fundação EDP e foi selecionada para representar Portugal na 34ª Bienal de São Paulo. Sua obra está representada nas melhores coleções de arte contemporânea.
Biografia da Artista
A obra é simplesmente a materialização de um gesto e de um pensamento ordinário, trivial, fugaz, que nos desarma, que não pode suportar a carga semântica associada à história da arte, e particularmente com a sua dimensão iconográfica. O fardo museológico, por outras palavras, que paira sobre o mundo da arte.
Sara Antónia Matos, O Material Não Aguenta, Júlio Pomar, Luisa Cunha
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